Noticias

O documento é voltado para servidores e servidoras que atuam no controle interno, sendo auditores com carreira instituída pela Lei 15.304/2004, servidores de outras carreiras ou de recrutamento amplo em exercício tanto no órgão central quanto nas USCIs, incluindo aqueles que estão nas unidades e pertencem aos quadros do órgão ou entidade. Também abrange servidores da Alta Administração do Poder Executivo Estadual vinculados à CGE.  

“O objetivo é que o Código de Conduta Ética desperte nas servidores e servidoras o desejo de ser e agir eticamente, por convicção. E, como é de sua natureza, defina procedimentos, condutas, valores e vedações àqueles que atuam nos pilares que compõem o órgão de controle”, afirmou o controlador-geral do Estado, Eduardo Martins de Lima.

Para o controlador-geral adjunto do Estado, Tiago Fantini Magalhães, a publicação do código inicia um desejo de transformação. “Para que sua existência faça realmente diferença e sentido, pessoal e institucional, faz-se necessário o envolvimento de todos e todas”, disse Fantini.

Elaboração

A diretora de promoção da Integridade da CGE, Camila Montevechi Soares, esteve à frente da elaboração da norma desde o início. Segundo ela, além de ser uma demanda dos servidores e servidoras e da alta administração da CGE, também era uma norma necessária para responder regras mundiais de controle. O Banco Mundial, por exemplo, ao avaliar processos e procedimentos da Controladoria recentemente, destacou a necessidade da instituição de um código de conduta ética para fortalecimento das atividades de controle.

O mesmo ocorreu quando o Conselho Nacional de Controle Interno (CONACI) fomentou uma autoavaliação de conformidade da CGE-MG com as normas internacionais de auditoria. Na ocasião, também ficou evidente a falta da norma, que é importante para sensibilizar e orientar os servidores da área de controle para seu papel defensor, entusiasta e promotor da ética e da boa conduta.

“Ao elaborar o documento buscamos que ele fosse um instrumento pedagógico e não apenas uma peça para guardar na gaveta. Queríamos que ele fosse absorvido, disseminado e colocado em prática no dia a dia de todas e todos servidores. Com base na implantação de uma governança participativa na CGE, realizamos uma consulta pública com os servidores e servidoras. E este foi o primeiro ganho: a norma foi feita no coletivo, validada pelo seu público-alvo e, por isso, ela tem mais legitimidade e capacidade de aderência na prática”, explicou Camila.

Ela ainda destacou outro ponto importante do código: “Tivemos o cuidado para que ele apresentasse pontos inovadores em relação a outras normas que consultamos. Buscamos uma literatura vasta na área de combate à corrupção, integridade, compliance, tanto em âmbito nacional quanto internacional, e nos inspiramos em códigos importantes, como o da Controladoria-Geral da União (CGU). Com todo esse trabalho, a norma traz, em uma linguagem acessível, aspectos relevantes de gerenciamento de riscos, governança, accountability, entre outros pontos”. 

Agora, o Código de Conduta Ética será publicado em formato de cartilha e entregue, durante solenidade, a todas e todos servidores do controle interno.

Clique aqui e acesse a publicação no jornal Minas Gerais.

A Secretaria de Estado de Administração Prisional (SEAP) comemorou os resultados de um ano de gestão nesta segunda-feira, 11/09, no Auditório JK, na Cidade Administrativa. Durante a solenidade, foram homenageadas autoridades da área de segurança pública, diversas secretarias e instituições parceiras da SEAP, além de servidores do Sistema Prisional que tiveram destaque nas suas áreas de atuação. A Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG) foi uma das homenageadas e representada pelo controlador-geral adjunto, Tiago Fantini Magalhães.

O secretário de Estado de Administração Prisional, desembargador Francisco Kupidlowski, agradeceu a todas as instituições pelo apoio e destacou a iniciativa do governador Fernando Pimentel ao criar a SEAP. “Registro meus cumprimentos pela audácia na criação de uma secretaria com o fim específico de cuidar do acautelamento de pessoas e por acreditar no trabalho dos nossos servidores e na nossa gestão à frente da pasta.”

As seguintes autoridades fizeram parte da composição da mesa: o secretário de Estado de Administração Prisional, desembargador Francisco Kupidlowski; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Helbert Figueiró; a defensora pública Geral do Estado, Christiane Malard; o secretário Estadual de Administração Penitenciária do Maranhão, Murilo Andrade de Oliveira; o chefe adjunto da Polícia Civil, delegado Raimundo Nonato Gonçalves; o desembargador do Tribunal de Justiça, Marcílio Eustáquio; o superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Robinson Fuchs Brasilino; o advogado-geral adjunto do Estado, Sérgio Pessoa de Paula Castro e o promotor de Justiça, Daniel Malard.

Histórico

O Sistema Prisional de Minas Gerais começou a ser delineado em 1937 com a inauguração da Penitenciária Agrícola de Neves (PAN), atualmente Penitenciária José Maria de Alkimin.

Mas foi somente em 2003 que o Sistema Prisional foi oficialmente instituído por meio da criação da Subsecretaria de Administração Prisional subordinada à Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS).

Em 2016, surgiu um novo marco na política prisional de Minas Gerais, com a criação da Secretaria de Estado de Administração Prisional (SEAP) pela Lei nº 22.257, de 27 de julho de 2016, e regulamentada pelo Decreto 47.087/16.
A criação da secretaria representa maior autonomia para o sistema prisional mineiro e reflete o olhar cuidadoso do Governo em relação às políticas carcerárias do Estado.

No dia 29 de agosto de 2016, tomava posse o primeiro secretário de Estado de Administração Prisional Minas Gerais. O desembargador Francisco Kupidlowski foi convidado pelo governador do Estado, Fernando Pimentel, para assumir a pasta.

Texto: Assessoria de Comunicação da SEAP

A Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG) e o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) assinaram na segunda-feira, 04/09, um Termo de Cooperação Técnica (TCT) com o objetivo de agilizar a condução de procedimentos relacionados a possíveis atos de improbidade administrativa e crimes contra a administração pública. O acordo, realizado com a interveniência do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (CAO-PP), cria o Grupo Interinstitucional de Proteção ao Patrimônio Público (Gippp), responsável pela definição de estratégias e pela articulação entre os participantes.

O procurador-geral de Justiça, Antônio Sérgio Tonet, ressaltou que o termo representa a formalização da atuação conjunta entre o MPMG e a CGE. “É a institucionalização da relação entre as instituições, independentemente das pessoas. Parcerias como essa, com uma interlocução transparente e constante, são fundamentais no sentido de buscarmos o aprimoramento da administração pública”, disse ele.

O estreitamento das relações foi comemorado também pelo controlador-geral do estado, Eduardo Martins de Lima. Ele lembrou que desde a posse da nova administração do MPMG essa aproximação vem sendo debatida com intensidade, já tendo sido estabelecidos fluxos de trabalho que se reforçarão com a assinatura do TCT.

Para o coordenador do CAO-PP, promotor de Justiça José Carlos Fernandes Júnior, o acordo resultará em um grande avanço nas ações já desenvolvidas na defesa do patrimônio público estadual, na prevenção e no combate à corrupção. Segundo ele, os promotores de Justiça dessa área, em todo o estado, estavam ansiosos pela assinatura do documento. “Há uma disposição muito grande de todos para incrementarmos nossa atuação objetivando sempre atender aos anseios republicanos. E esse instrumento de parceria irá nos possibilitar esse desenvolvimento”, afirmou.

José Carlos explicou que o Gippp contará com membros permanentes de cada uma das instituições e também por componentes pontuais, como, por exemplo, o promotor de Justiça natural de um caso.

Pelo MPMG farão parte, como membros permanentes, o coordenador do CAO-PP, os Coordenadores Regionais das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, e os Promotores de Justiça integrantes do Grupo Especial de Promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (GEPP).

Pela CGE integrarão o Gippp o chefe da Assessoria de Inteligência em Controle Interno, o superintendente Central de Auditoria em Licitações e Concessões, o superintendente Central de Auditoria em Finanças Públicas, o superintendente Central de Auditoria em Transferências Voluntárias, o superintendente Central de Análise e Supervisão Correcional, o superintendente Central de Responsabilização de Agentes Públicos, e o superintendente Central de Responsabilização de Pessoas Jurídicas.

Texto: Assessoria de Comunicação do Ministério Público de Minas Gerais

Fotos: Divulgação MPMG

Joomla Gallery makes it better. Balbooa.com

O controlador-geral adjunto do Estado, Tiago Fantini Magalhães, e a diretora-geral do TCE, Gislaine Fois fizeram a abertura do evento e deram boas-vindas aos participantes. “Temos aqui vários agentes públicos de diversas secretarias estaduais e municipais e é uma satisfação para nós, controladores, saber do interesse e poder colaborar para que a gente melhore a gestão pública no nosso país”, afirmou Gislaine Fois.

Tiago ressaltou que o tema do seminário é importante e remete à transformação. “Quando desenvolvemos um trabalho de controladoria estamos promovendo uma transformação do que existe para algo melhor. A preocupação não deve ser a punição, mas sim a prevenção, analisar o melhor caminho, identificar as falhas e gargalos, e trabalhar para que esses problemas não se repitam. Com isso estaremos promovendo a transformação”, disse.

O controlador-geral do município de Belo Horizonte, Leonardo Araújo Ferraz, fez a primeira apresentação com o tema: “Modelo constitucional e responsabilização do agente público”. Leonardo, que é servidor do TCE e pós-doutor em Direito pela Universidade Nova de Lisboa, abriu a palestra falando sobre a importância de se montar um ciclo virtuoso do controle. “Precisamos compreender as práticas e o modelo para particular conhecimento, tecnologia e recursos”, afirmou.

Marcelo Tutomu Kanemaru, secretário de Controle Externo do Tribunal de Contas da União (TCU) em Minas Gerais, falou sobre “A prestação de contas anual como instrumento de accountability e transparência de gestão”. Antes de destrinchar o assunto técnico, ele também enfatizou sobre a integração dos órgãos de controle. “Nós, órgãos de controle, estamos tentando e buscando implementar essa integração para que nossos esforços se somem em benefício obviamente da sociedade. Claro que ninguém gosta do controle ali ao seu lado, fiscalizando seus atos, mas precisamos ser encarados como parceiros no trabalho”, disse.

Integridade

Com o tema “Integridade e Governança”, o subcontrolador de Governo Aberto, Márcio Almeida do Amaral, fechou a rodada de palestras da manhã. Ele lembrou o artigo 15 da Declaração dos Direitos dos Homens e Cidadãos, um marco na história da democracia, que diz que a sociedade tem o direito de pedir contas. “A prestação de contas é um direito da sociedade e, portanto, um dever do Estado. Não é uma ideia nova, mas ela vem se sofisticando ao longo do tempo, agregando e assumindo novos contornos com a evolução da sociedade e a institucionalização da democracia. No entanto, nós ainda, e particularmente o Brasil, nos deparamos com uma série de angústias, problemas e dificuldades quando a gente pensa na prestação de contas e no procedimento de prestar contas, o significado e a prática disso”, afirmou.

À tarde, o seminário teve a presença da analista de controle externo do TCE Ana Beatriz Vieira Franco, que falou sobre “A composição, organização e apresentação das contas dos administradores e demais responsáveis por unidades jurisdicionais das administrações direta e indireta”. Também teve a participação do assessor do Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas de Minas Gerais, Pedro Henrique Magalhães Azevedo, com a palestra “Tomada de Contas Especial: aspectos relevantes”. Marcílio Barenco Corrêa de Mello, procurador do Ministério Público de Contas do Estado de Minas Gerais, fechou o seminário com a palestra “Aspectos relevantes sobre as contas anuais na visão do Ministério Público de Contas”.

As palestras completas estão no canal da CGE no Youtube

Joomla Gallery makes it better. Balbooa.com

39UEMG realiza workshop sobre assédio moral denúncias e transparência passiva em parceria com CGE

Alinhado com a legislação vigente e com o atual cenário de amadurecimento na relação dos deveres do Estado e dos direitos do cidadão, a UEMG organizou, em parceria com a Controladoria Geral do Estado, o workshop “Assédio Moral, Denúncias e Transparência Passiva”.

O evento foi realizado na tarde do dia 28 de agosto, na Cidade Administrativa, e direcionado para todos os ocupantes de cargos de gestão superior, assessorias e coordenações, além de diretores das Unidades Acadêmicas de Belo Horizonte e demais sedes, chefes de departamento, coordenadores de colegiado e servidores técnico-administrativos das Unidades de Belo Horizonte e Ibirité.