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O Governo de Minas Gerais selecionará o profissional para atuar como Controlador (a) Seccional da Fundação João Pinheiro (FJP). O profissional selecionado responde tecnicamente à Controladoria Geral do Estado de Minas Gerais e Administrativamente à FJP.

 

Pré requisitos obrigatórios:

- Ensino superior completo;

- Experiência técnica comprovada de no mínimo 03 (três) anos, nas temáticas de Controle Interno: Auditoria, Correição Administrativa e/ou Transparência e Integridade.

 

Vaga: Controlador (a) Seccional FJP

Inscrições até: Segunda, 14/03/2022 às 16:00h (prazo prorrogado)

Para mais informações acesse o edital clicando aqui.

E clique aqui para se inscrever.

 

Sobre o Transforma Minas

O Programa Transforma Minas é uma iniciativa do Governo de Minas Gerais para aperfeiçoar o modelo de atração, seleção e desenvolvimento de profissionais para a administração pública do Estado.

O objetivo do programa é assegurar que os profissionais que compõem os quadros de alto escalão do Governo estejam aptos a enfrentar os grandes desafios que um estado com mais de 20 milhões de habitantes possui.

As seleções são realizadas por mérito, com base em um processo justo e aberto, por meio da divulgação pública de todas as oportunidades e etapas, além da possibilidade de participação de profissionais de todos os setores, desde servidores públicos até profissionais da iniciativa privada ou do terceiro setor.

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Área: Infraestrutura e Redes de Computadores

Pré-requisito obrigatório: Estar cursando graduação na área de tecnologia da informação.

Período: Manhã ou Tarde

Carga horária: 6 horas por dia.

Valor da bolsa: R$ 978,24

Valor do transporte por dia: R$ 9,00

 

Pré-requisitos desejáveis:

- Conhecimento em pacote office

- Conhecimento em sistemas operacionais (Windows)

- Conhecimento montagem e manutenção.

- Suporte técnico (Helpdesk)

 

Interessados encaminhar currículo para Diretor de Tecnologia da Informação, Nery Pope – email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. 

Site podcast 36

Confira o 2º episódio da Trilogia Agenda ESG, contendo o bate-papo entre Rodrigo Pironti e Rodrigo Fontenelle.

No episódio 36 do Pode Falar, o controlador-geral do Estado, Rodrigo Fontenelle, conversa com Rodrigo Pironti, pós-doutor em Direito pela Universidad Complutense de Madrid, doutor e mestre em direito econômico pela PUC/PR e diretor executivo e financeiro do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo, sobre a Agenda ESG, com ênfase na parte social. Pironti também é autor de várias obras em compliance, gestão de riscos, controles internos e proteção de dados.

Segundo Pironti, a sigla ESG representa a preocupação das empresas com políticas ambientais, sociais e de governança coorporativa. O convidado explicou a importância da agenda ESG sair do plano das ideias e ser tratada na prática, uma vez que isso traz efetividade e atrai investidores e parcerias.

No bate-papo, Pironti também falou sobre o papel do pilar social do ESG, ressaltando que não pode ser confundido com filantropia, e que representa políticas sólidas de valorização da comunidade em que a empresa está inserida. “A agenda ESG deve trazer um sistema de gestão com responsabilidade social. Para isso, acredito que um grande norte é ter um bom programa de integridade, já que ele possibilita uma métrica de eficiência em relação a todos os pilares do ESG” – enfatizou.

 

O 36º episódio já está disponível nas principais plataformas digitais. Não deixe de ouvir e compartilhar esse podcast!

Assista à entrevista pelo YouTube (clique aqui) ou ouça na plataforma de sua escolha: SpotifyDeezerApple PodcastsGoogle PodcastsAnchor.

 Gestão de riscos site 2

 

Aconteceu, nos dias 14 a 16 de fevereiro, o treinamento “Gestão de Riscos – Teoria e prática”, ministrado pela Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE/MG). A capacitação foi destinada aos servidores da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG) e ocorreu na modalidade online. O objetivo foi capacitar os gestores na temática por meio da apresentação de conceitos fundamentais relacionados à avaliação da gestão de riscos operacionais.

O treinamento foi ministrado por Armando Moura, o Superintendente Central de Auditoria em Gestão de Riscos e de Programas da CGE, e a iniciativa partiu da Comissão para Gestão de Riscos, do Núcleo de Qualidade e da Controladoria Seccional da FHEMIG.

Foram abordados temas ligados à melhoria dos processos praticados internamente pelos gestores da FHEMIG. Para isso, é utilizada uma ferramenta capaz de auxiliar no aprimoramento das atividades, dos controles e dos resultados dos processos. Assim, é possível facilitar a identificação, avaliação, tratamento, monitoramento e análise crítica dos riscos que possam causar prejuízos às atividades desenvolvidas.

 “A adoção da gestão de riscos ajuda os agentes públicos a tomarem decisões de forma mais assertiva, permitindo identificar claramente onde a organização deve alocar recursos para aprimoramento dos seus controles” – afirmou Armando.

Onde esta a CGE

Vídeos irão abordar como as atividades realizadas pela CGE alcançam o dia a dia dos cidadãos mineiros. O primeiro episódio já está disponível no canal da CGE no Youtube.

A Controladoria-Geral do Estado de Minas (CGE) lança, nesta terça-feira (22), o primeiro episódio da série “Onde está a CGE”. O objetivo dos vídeos é mostrar, de forma simples e lúdica, como as atividades da CGE se transformam, no fim do processo, em benefícios concretos para a sociedade.  

"O controle interno atua ao lado do bom gestor, melhorando processos e gerindo riscos de modo que a Administração Pública realize suas atividades com menos erros e desvios, fazendo uso dos recursos públicos de maneira mais eficiente. Como consequência desse trabalho, serviços de melhor qualidade chegam ao cidadão", afirmou o controlador-geral, Rodrigo Fontenelle. “E é isso que queremos mostrar, de forma simplificada, para a cidadã e para o cidadão mineiro”, concluiu Fontenelle.

Além disso, por meio dos vídeos o propósito da CGE, “Ser integridade e eficiência por uma sociedade melhor”, fará sentido não só para os servidores, mas também para os cidadãos, público-alvo dessa campanha, que vão conseguir entender o impacto e a importância do órgão nas atividades do seu dia a dia, de forma direta.

A primeira história apresenta o case “CGE Presente”, projeto de auditoria preventiva iniciado em 2018 que visa a atuação contínua da CGE em áreas de especial importância para a sociedade, como educação, saúde e segurança pública.  

 Assista o vídeo agora clicando aqui!

 

CGE Presente

O CGE Presente tem como objetivo verificar a aplicação de recursos públicos estaduais nas áreas de Educação, Saúde, Segurança Pública e Assistência Social com atuação preventiva. O tema alimentação escolar foi escolhido para a primeira fase do projeto. “Foi realizada auditoria preventiva com o intuito de identificar deficiências e agir de forma a propor soluções rápidas para os problemas encontrados na tentativa de reduzir potenciais danos e a qualidade na entrega de políticas públicas a sociedade”, explica a Coordenadora de Auditoria, Transparência e Integridade da Secretaria de Estado de Educação, Dandara Pimenta.

“A dinâmica dos trabalhos baseou-se na aproximação com o staff da SEE para facilitar o conhecimento dos fluxos de trabalho e dos processos existentes no dia a dia das escolas. Dessa forma, propiciou-se que soluções criativas e viáveis fossem pensadas, discutidas com a alta administração, e, paulatinamente, implementadas. Nesse sentido, o projeto visou trabalhar para agregar valor ao serviço público, propondo aprimoramentos na gestão das Caixas Escolares e por meio desta parceria com a SEE foi possível contribuir de forma mais eficaz e assertiva para o aperfeiçoamento dos processos e fluxos de trabalho, gerando economicidade, eficiência e maior transparência”, completa Dandara.

“O Projeto CGE Presente abre um novo capítulo na atuação da Controladoria-Geral, pois visa a melhora da Governança por meio da prestação de consultoria para os Órgãos do Estado, a fim de garantir a efetividade das entregas. Além disso, objetiva a mitigação de riscos de malversação dos recursos públicos, a identificação de potenciais fragilidades na sua aplicação, de modo a inibir e combater a corrupção, bem como fomentar a transparência e o controle social”, afirma o Auditor Interno, Carlos Humberto Ornelas Oliveira.